PALESTRA DEBATE RELAÇÃO ENTRE ESCOLA E COMUNIDADE QUILOMBOLA
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No dia 30 de abril de 2015 a Pró-reitora de graduação da UFMG promoveu um evento para apresentar dados do Sisu (Sistema de Seleção Unificada do Governo Federal) e do perfil discente da UFMG...
Denúncias de racismo duplicam em quatro horas
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21 de março - dia internacional de luta pela eliminação da discriminação racial
09:41
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De um protesto legítimo nasceu o masssacre de Shaperville.
No dia 21 de março de 1960, na cidade de Joannesburgo, capital da África do Sul, 20 mil negros protestavam contra a lei do passe, que os obrigava a portar cartões de identificação especificando os locais por onde eles podiam circular. No bairro de Shaperville, os manifestantes se depararam com tropas do exército. Mesmo sendo uma manifestação pacífica, o exército atirou sobre a multidão, matando 69 pessoas e ferindo outras 186. Esta ação ficou conhecida como o Massacre de Shaperville. Em memória à tragédia, a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu 21 de março como o Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial.
O Artigo I da Declaração das Nações Unidas sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial diz o seguinte: "Discriminação Racial significa qualquer distinção, exclusão, restrição ou preferência baseada na raça, cor, ascendência, origem étnica ou nacional com a finalidade ou o efeito de impedir ou dificultar o reconhecimento e exercício, em bases de igualdade, aos direitos humanos e liberdades fundamentais nos campos político, econômico, social, cultural ou qualquer outra área da vida pública".
Segundo o ex-secretário geral da ONU, KofiAnnan, "desde os insultos nas escolas até as decisões de contratação ou demissão no local de trabalho, desde a cobertura seletiva dos crimes pelos meios de comunicação social ou a polícia, até as desigualdades na prestação de serviços públicos, o tratamento injusto de grupos étnicos ou raciais não só é comum nas nossas sociedades como é, frequentemente, aceito passivamente. É inegável que este tipo de racismo cotidiano subsiste. Mas é escandaloso que ninguém o conteste".
Enviado pela professora: Yone Gonzaga.
Enviado pela professora: Yone Gonzaga.
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Visita ao Centro de Africanidade e Resistência Afro-Brasileiro
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Dentro do cronograma de atividades de formação do programa Açoes Afirmativas na UFMG, as bolsistas participaram de uma visita ao Centro de Africanidade e Resistência Afro-Brasileira (CENARAB) no dia 20/03/2012, onde tiveram a oportunidade de conhecer o trabalho realizado pelo CENARAB, sua proposta de ensino baseada na lei 10.639 e na construção do conhecimento das comunidades e valorização da cultura afro-brasileira.
CENARAB busca proporcionar ações que possam valorizar aspectos sobre as comunidades tradicionais de matriz africana e os que destas fazem parte, por exemplo, inserindo profissionais que façam parte das comunidades, através de cursos gratuitos como: beleza afro, intordução a história da África, máscaras e arte negra dentre outros.
Mais informações visite o site: http://www.cearab.com.br
Fotos por Aline Neves e Isabela Brito
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