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No dia 30 de abril de 2015 a Pró-reitora de graduação da UFMG promoveu um evento para apresentar dados do Sisu (Sistema de Seleção Unificada do Governo Federal) e do perfil discente da UFMG...

Denúncias de racismo duplicam em quatro horas

Uma modelo no Distrito Federal sofreu um ataque racista dentro de um ônibus por usar um turbante. Uma estudante foi agredida por intolerância religiosa dentro da escola... continue lendo aqui.

Bolsistas do curso de formação em visita ao CENARAB


Funny Pictures

Máscara e arte negra



Foto por : Isabela Brito

21 de março - dia internacional de luta pela eliminação da discriminação racial


 De um protesto legítimo nasceu o masssacre de Shaperville.    
     
  No dia 21 de março de 1960, na cidade de Joannesburgo, capital da África do Sul, 20 mil negros protestavam contra a lei do passe, que os obrigava a portar cartões de identificação especificando os locais por onde eles podiam circular. No bairro de Shaperville, os manifestantes se depararam com tropas do exército. Mesmo sendo uma manifestação pacífica, o exército atirou sobre a multidão, matando 69 pessoas e ferindo outras 186. Esta ação ficou conhecida como o Massacre de Shaperville. Em memória à tragédia, a Organização das Nações Unidas (ONU) instituiu 21 de março como o Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial.  
        O Artigo I da Declaração das Nações Unidas sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial diz o seguinte: "Discriminação Racial significa qualquer distinção, exclusão, restrição ou preferência baseada na raça, cor, ascendência, origem étnica ou nacional com a finalidade ou o efeito de impedir ou dificultar o reconhecimento e exercício, em bases de igualdade, aos direitos humanos e liberdades fundamentais nos campos político, econômico, social, cultural ou qualquer outra área da vida pública".    
     Segundo o ex-secretário geral da ONU, KofiAnnan, "desde os insultos nas escolas até as decisões de contratação ou demissão no local de trabalho, desde a cobertura seletiva dos crimes pelos meios de comunicação social ou a polícia, até as desigualdades na prestação de serviços públicos, o tratamento injusto de grupos étnicos ou raciais não só é comum nas nossas sociedades como é, frequentemente, aceito passivamente. É inegável que este tipo de racismo cotidiano subsiste. Mas é escandaloso que ninguém o conteste".
Enviado pela professora: Yone Gonzaga.

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Visita ao Centro de Africanidade e Resistência Afro-Brasileiro





















Dentro do cronograma de atividades de formação do programa Açoes Afirmativas na UFMG, as bolsistas participaram de uma visita ao Centro de Africanidade e Resistência Afro-Brasileira (CENARAB) no dia 20/03/2012, onde tiveram a oportunidade de conhecer o trabalho realizado pelo CENARAB, sua proposta de ensino baseada na lei 10.639 e na construção do conhecimento das comunidades e valorização da cultura afro-brasileira.
CENARAB busca  proporcionar ações que possam valorizar aspectos  sobre as comunidades tradicionais de matriz africana e os que  destas  fazem parte, por exemplo, inserindo profissionais que façam parte das comunidades,  através de cursos gratuitos como:  beleza afro, intordução a história da África, máscaras e arte negra dentre outros.

Mais informações visite o site: http://www.cearab.com.br

Fotos por Aline Neves e Isabela Brito