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PALESTRA DEBATE RELAÇÃO ENTRE ESCOLA E COMUNIDADE QUILOMBOLA

Promovida pelo Projeto de Extensão “Construindo Espaços de Diálogos e Reflexão sobre Metodologia de Pesquisa sobre Relações Raciais e Ações Afirmativas” (CP/UFMG/Programa Ações Afirmativas) aconteceu no dia 29 de setembro - Continue lendo aqui.

O que mais temos a refletir sobre os estudantes cotistas da UFMG?

No dia 30 de abril de 2015 a Pró-reitora de graduação da UFMG promoveu um evento para apresentar dados do Sisu (Sistema de Seleção Unificada do Governo Federal) e do perfil discente da UFMG...

Denúncias de racismo duplicam em quatro horas

Uma modelo no Distrito Federal sofreu um ataque racista dentro de um ônibus por usar um turbante. Uma estudante foi agredida por intolerância religiosa dentro da escola... continue lendo aqui.

Nilma Lino Gomes toma posse em novo ministério

Na tarde desta segunda-feira (05/10), em cerimônia coletiva de posse no Palácio do Planalto, a ministra Nilma Lino Gomes tomou posse como titular do Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos Humanos.
Antes de discursar, a presidenta Dilma Rousseff retificou o nome do ministério, cuja ordem das palavras estava invertida, enfatizando que se chama o Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos humanos. “Nós erramos a ordem, peço desculpa a todos. As mulheres vão entender porque estou insistindo na ordem”, explicou a presidenta.
Sobre a pasta, Dilma acrescentou ainda: “A ministra Nilma Lino Gomes assume o Ministério das Mulheres, da Igualdade Racial e dos Direitos humanos, com a missão de ampliar ainda mais, por meio de iniciativas, e muita articulação, externa e interna ao governo, nosso compromisso com as políticas de gênero, de combate ao racismo, de proteção das crianças e dos adolescentes e da promoção dos direitos humanos. Sua experiência a frente da Seppir, sua história pessoal de lutas nesta área e o apoio dos seus três secretários especiais, Eleonora Menicucci para as mulheres, Ronaldo Barros para Igualdade Racial e Rogério Sotilli para os Direitos Humanos, contribuirão para novos e ousados passos em favor da cidadania no Brasil”.

A Prof.ª Dr.ª Nilma Lino Gomes. Nilma foi coordenadora geral do Programa Ações Afirmativas na UFMG (2002 a 2013), integrando atualmente a equipe de pesquisadores do Programa. Confira a entrevista sobre sua indicação para o novo ministério feita pelo Blog do Planalto:


Foto: Roberto Stuckert Filho/PR
Fonte: Seppir Presidência

Grupo de Estudos debate o ensino de História Africana e Afro-Brasileira na escola

O Grupo de Estudos do Programa Ações Afirmativas na UFMG realizará uma atividade de formação com o tema: Lei nº 10.639/03: Tensões e Perspectivas na Educação Básica. O evento será no dia 8 de outubro (quinta-feira) de 19 às 21:30hs, na sala de reuniões do Centro Pedagógico da UFMG (3º andar).
A Lei Federal nº 10.639/03 tornou obrigatório o estudo de História Africana e Afro-Brasileira nas escolas de Ensino Fundamental e Médio. A Lei alterou a Lei de Diretrizes e Bases (LDB) no sentido de promover uma educação que reconheça as origens do povo brasileiro e esteja comprometida com a valorização da diversidade. Entretanto, sua implementação está carregada de tensões, o que torna o debate sobre o tema fundamental para discutir as experiências e apontar perspectivas.
É necessária inscrição prévia (aqui) e serão entregues certificados de participação. O Centro Pedagógico fica na Rua Fernando de Melo Viana, nº. 260 (em frente Faculdade de Educação), Campus Pampulha, Belo Horizonte/MG.


Orientações de leitura: baixe aqui

Textos-base para leitura prévia:

Artigos
As práticas pedagógicas de trabalho com relações étnico-raciais na escola na perspectiva de Lei 10.639/2003:desafios para a política educacional e indagações para a pesquisa. Autores: Nilma Lino Gomes e Rodrigo Ednilson de Jesus.

Contribuições da Pesquisa Práticas Pedagógicas de Trabalho com Relações Étnico-Raciais na Escola na Perspectiva da Lei nº10.639/03 aos (às) gestores(as) das Escolas e aos(às) Docentes. Autoras: Aline Neves R. Alves e Nilma Lino Gomes.

Educação para as Relações Étnico-Raciais: A formação Docente no Percurso de um Projeto de Extensão Universitária da UFMG. Autores: Thiago Camargo e Tânia Aretuza Ambrizi.

Referência complementar:
Práticas pedagógicas de trabalho com relações étnico-raciais na escola na perspectiva da Lei nº 10.639/03 (Org. Nilma Lino Gomes). 

Diversidade e currículo (Nilma Lino Gomes)

Integrantes do Grupo de Estudos:

I Festival de Cultura Quilombola promove duas mesas redondas amanhã

O Canjerê - I Festival de Cultura Quilombola de Minas Gerais realizará amanhã, dia 2/10, duas mesas redondas sobre a questão quilombola na PUC-Minas. Com o tema “Territórios Quilombolas”, a primeira mesa começa às 13h30 e conta com a presença da representante da Federação das Comunidades Quilombolas de MG Sandra Maria da Silva Andrade, do Instituto Nacional de Colonização e Reforma Agrária (INCRA) Luci Rodrigues Espechit, da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Agrário Vanderli Paulo e da PUC Minas Ricardo Ferreira Ribeiro.

A segunda mesa debate “Educação Escolar Quilombola”, às 15h, com a presença da representante da Federação das Comunidades Quilombolas de MG Rutimeia Teles, da Secretaria Estadual de Educação/MG Iara Felix Viana, da representante do Programa Ações Afirmativas na UFMG Gilmara Souza e da representante da PUC Minas Lorene dos Santos.


Não perca.

Quatro eventos simultâneos debatem relações étnico-raciais em Ouro Preto

Dos dias 29 a 31 de outubro, a Universidade Federal de Ouro Preto (UFOP) será ocupada pela discussão sobre as relações étnico-raciais. Serão quatro eventos simultâneos que prometem muito debate, exposição de trabalhos e troca de experiências: o IV Pensando Áfricas e suas Diásporas, o I Seminário de Formação UNIAFRO:  Política de Promoção da Igualdade Racial na Escola, o I Seminário sobre Culturas Indígenas na UFOP e o I Encontro do Programa Institucional de Bolsas de Iniciação à Docência (Pibid) de Temática Africana e Indígena.
Os eventos terão uma programação comum de conferências e grupos de trabalho (GTs). Para participar como ouvinte é necessário fazer inscrição até o primeiro dia do evento. As inscrições para apresentação de trabalhos foram prorrogadas até o dia 5/10.

Serão debatidos temas como: cinema e história africana, educação escolar indígena, promoção da igualdade racial e de gênero na escola, a situação das mulheres negras, entre outros. O evento contará com a presença de personalidades da administração pública, do meio acadêmico e dos movimentos sociais.


Empreendedores afro-indígenas poderão expor sua produção durante o evento, mediante cadastro. Serão abertas ainda as inscrições para minicursos.